sábado, 31 de dezembro de 2016

O PODER DA FÉ

*O poder da fé*

Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos._ (Hebreus 11:1)

Você tem rios para cruzar, montanhas para atravessar, obstáculos para trans­por? Talvez você enfrente uma doença, ou tenha perdido o emprego, ou um filho esteja se distanciando dos princípios. Se esse é o caso, não se desespere. A Bíblia apresenta uma maneira de ir em frente, apesar dos desafios: a fé.

A fé, afirma o autor de Hebreus, é aquilo que dá substância às nossas esperan­ças e nos convence das realidades que não vemos. Ela assegura as bênçãos e conso­lida as perspectivas. É o que transforma a esperança em segurança. É um título ou escritura que garante a posse das promessas. É a concretização dos sonhos. A fé tem um sentido objetivo (substância), que leva a um significado subjetivo (segurança). Ou, dito de outro modo, a fé tem um aspecto cognitivo para convencer sua mente (evidência), o que produz um fator afetivo para conquistar seu coração (convicção).

Alguns não entendem o significado da fé na perspectiva bíblica. Fé não é um sentimento mágico ou uma técnica para manipular a Deus. Não é uma tentativa egoísta de obter benefícios materiais. Não é levar uma vida sem erros, até porque entre os heróis da fé existem pecadores notórios. Não é pensamento irracional, em que a pessoa age contra as evidências. Não é pensamento positivo ingênuo, ou síndrome de Pollyanna. Não é acreditar em doutrinas, mesmo porque ela leva você a enriquecer a vida com atos, não a encher a cabeça de fatos. Não é receber na hora tudo o que queremos, pois Hebreus 11 termina dizendo que os heróis não receberam tudo que esperavam.

Fé é o ato de confiar a vida a um Deus que é totalmente bom, poderoso e fiel. É acreditar que Deus pode cuidar de nosso futuro melhor do que nós mesmos. É experimentar o amor de Deus em todas as circunstâncias da vida, dia a dia, hora após hora, minuto a minuto. É esperar sempre o melhor e desafiar o pior por ter certeza de que, no fim, Deus fará tudo dar certo. É manter os olhos fixos naquele que tem mil maneiras de fazer o universo conspirar a nosso favor. É confiar naquele que é confiável.

Ter fé, como diz a música de Jader Santos, é viver "com os pés na Terra e os olhos no Céu". É estar no exílio e conservar a pátria no coração. É olhar para o mundo e saber que existe um reino melhor. É ver o invisível, imaginar o indescri­tível e receber o impensável. É fazer coisas humanamente irrealizáveis. A fé possi­bilita você ver o que a razão não pode ver e a fazer o que o cético não pode fazer.
Você tem fé? A fé pode fazer a diferença entre querer e realizar, arrastar-se e correr, andar e voar. Com fé, você será menos o que você é e mais o que Deus sonha que você seja. Se Deus tem fé em você, por que não ter fé nele?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A EXTRAORDINÁRIA PROTEÇÃO DIVINA

A extraordinária proteção divina*

"Durante o dia o SENHOR ia adiante deles, numa coluna de nuvem, para guiá-los no caminho, e de noite, numa coluna de fogo, para iluminá-los, e assim podiam caminhar de dia e de noite. A coluna de nuvem não se afastava do povo de dia, nem a coluna de fogo, de noite."(Êxodo 13:21, 22, NVI)

Já parou para pensar em quantas vezes sua vida correu perigo e você foi protegido sem se dar conta? É um acidente que acontece segundos de­pois de você passar por aquele cruzamento de carro com sua família. É um motorista bêbado que atinge o poste onde você estava encostado minutos an­tes, conversando com os amigos depois da aula. É o motociclista que passa acima da velocidade furando o sinal vermelho após você atravessar em segurança a faixa de pedestre. Penso que só no Céu teremos consciência do tra­balho que tiveram nossos anjos da guarda, livrando-nos e protegendo quando nem fazíamos ideia de que corríamos algum risco.

Entretanto, houve uma época em que a proteção divina era palpável e visível. No sol escaldante do deserto, os israelitas contavam com uma refrescante coluna de nuvem. Era o Senhor quem estava ali, guiando o caminho e, ao mesmo tempo, funcionando como um ar-condicionado portátil, ajudando-os a prosseguir sem se queimar nem ter desidratação. De noite, nada de sofrer com o choque térmico nem de tropeçar por causa da escuridão: o Senhor se fazia presente na forma de coluna de fogo. Assim os israelitas podiam prosseguir tan­to de dia quanto de noite. Conseguiam ver que Deus estava bem ali, com eles.

Não sei se você já sentiu vontade de que Deus se manifestasse de maneira mais clara para você. Não seria bom se ele fosse uma coluna de nuvem ou de fogo e andasse bem ao nosso lado? Nada mal, não é mesmo? Pensamos que, se assim fosse, tudo seria mais fácil e não teríamos nenhum tipo de temor ou dúvida. A história dos israelitas mostra justamente o contrário. Mesmo com evidências palpáveis e diárias da presença divina, eles se rebelaram, reclama­ram, murmuraram e adoraram ídolos.

E fácil criticá-los. Difícil é reconhecer que a história dos israelitas é a nossa história. Deus não anda hoje como coluna de nuvem ou de fogo, mas continua protegendo-nos de maneira extraordinária. Nós é que precisamos abrir bem os olhos e pedir ajuda divina para enxergarmos as evidências de seu cuidado.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O VALOR DA INFLUENCIA

 *O valor da influência*

_A boa reputação vale mais que grandes riquezas; desfrutar de boa estima vale mais que prata e ouro._
(Pv 22:1)

Você gostaria de influenciar e persuadir as pessoas? Ainda que não sejamos vendedores de seguros ou líderes de uma empresa, a influência faz parte de nossa vida. Todos nós influenciamos e somos influenciados. A diferença é a escala. Para o crítico literário Harold Bloom, a ansiedade do escritor é tentar sair da esfera de influência de um autor já consagrado e encontrar sua própria originalidade.

Influenciar é bom, especialmente se você tem algo positivo para transmitir. Ellen White, pioneira da Igreja Adventista, valorizava ao extremo a influência. Além de ter escrito sobre o assunto, utilizava todos os meios possíveis para aumentar seu círculo de influência. Umas das ferramentas que usou foram as cartas. Quando não estava viajando ou pregando, passava várias horas por dia escrevendo cartas e manuscritos para os líderes. Se fosse hoje, usaria os e-mails e as redes sociais. Às vezes, enviava cópias das cartas para outras pessoas, a fim de aumentar a responsabilidade do destinatário. Essa correspondência, reunida em nove volumes, deu origem à série Testemunhos Para a Igreja, totalizando cerca de 5 mil páginas.

A influência ocorre desde o momento em que entramos em contato com alguém. De acordo com os especialistas, temos poucos segundos para causar uma boa impressão. Essa primeira imagem seria gravada na mente e usada como padrão para julgar a pessoa mais tarde. Antes sequer de dizer uma palavra, você já está sendo avaliado. O aspecto não verbal representa de 50 a 80% do impacto da comunicação.
Segundo o autor Kevin Hogan, quando vemos a pessoa, nosso cérebro rapidamente a classifica em várias categorias. O cérebro nota a aparência física, avalia o status da pessoa, fotografa o tipo de roupa que ela usa, observa os adornos que escolheu, faz conclusões sobre sua personalidade e decide se gosta ou não dela.

Entre as coisas que ajudam a aumentar a influência, estão o interesse sincero pelos outros, a integridade pessoal, a capacidade de surpreender positivamente, a iniciativa de entregar mais do que foi prometido, entrar no ritmo do interlocutor, falar com tonalidade agradável, contar uma história pessoal, não massacrar os outros com muita informação, ter boa reputação, ser visto como "autoridade" e criar a percepção de que você tem credibilidade.

A influência é um precioso capital que você tem ou não tem. Ela não pode ser comprada, apenas exercida. Demora para ser adquirida e pode ser perdida num piscar de olhos. Você não pode ser escravo de sua imagem, mas não deve ter uma imagem tão ruim que estrague sua influência.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

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O ANTI REI DO FUTEBOL - BAIACO O VOLANTE DO BAHIA QUE MARCOU PELÉ


O antirrei do futebol



O que as suas mãos [ou pés] tiverem que fazer, que o façam com toda a sua força. Eclesiastes 9:10

Em 1969, com 999 gols no placar, Pele, rei do futebol, o maior jogador do mundo, chegou ao estádio do Bahia, a Fonte Nova, para registrar seu milésimo tento, num jogo válido pelo campeonato nacional. Ele, porém, não contava com um marcador implacável chamado Edvaldo, mais conhecido como "Baiaco", apelido inspirado no peixe baiacu. A imprensa e o estádio inteiro estavam lá para presenciar e celebrar o show do atleta do século, mas se esqueceram de avisar Baiaco.

Edvaldo dos Santos nasceu em São Francisco do Conde (BA), em 7 de julho de 1949, onde ganhou estátua e virou nome de ginásio. Homem de pouca ou nenhuma leitura, que evitava entrevistas e tropeçava nas palavras, Baiaco tinha medo do mundo. A exposição midiática era seu terror. Sempre jogou pelo Bahia, com exceção de um curto período no fim da carreira, quando atuou pelo Leônico, time de Salvador.

Baiaco, que tinha técnica limitada, não sabia fazer gols. Em toda a carreira, marcou apenas seis, sendo um deles na noite histórica que deveria se tornar a gloriosa data do gol mil do rei do futebol. Porém, ele era um "operário" esforçado, que jogava com grande determinação e exibia fôlego de gato. Conhecendo bem os atalhos do campo e jogando seu futebol simples, tornou-se o maior volante da história do Bahia e "ídolo" da torcida tricolor. Em dez anos como jogador titular do Bahia, ganhou dez títulos. Numa entrevista, Pele disse que Baiaco foi um de seus melhores marcadores.

A história de Baiaco nos ensina que nem todos têm o talento para ser reis do futebol. Alguns nasceram para deter os reis do futebol. O jogo da vida, afinal, não é disputado somente por atacantes, mas igualmente por zagueiros. A sofisticação e a celebridade têm seu palco, mas a simplicidade e o anonimato também merecem um espaço. E, em algumas noites irônicas, a nobreza pode até mesmo ter que se curvar diante dos plebeus.

Na vida, o mais importante não é a capacidade que possuímos, mas o que fazemos com as oportunidades que recebemos. Se nos esforçarmos, fazendo o melhor em campo, poderemos vencer as limitações e conquistar troféus importantes. A vitória nem sempre é dos melhores, mas dos esforçados. Todo trabalho árduo produz bom resultado. Se o talento consegue uma façanha que ninguém consegue, o esforço produz um feito em que ninguém acredita.

Caso você não possa ser Pele, seja um Baiaco. Faça o melhor que lhe vier às mãos, ou aos pés. Assim, pelo menos por uma noite, você poderá se tornar o rei da partida - ou da vida.